29 abril, 2012

7° Filme Preferido



 Ele nem tinha feito 21 anos e já tinha se passado por piloto, médico, advogado. Baseado em fatos reais, ele revolucionou o sistema. Seu principal crime foi falsificação de cheques; ficou tão experiente e habilidoso que o próprio FBI se dirigia a ele para ajudar na captura de outros falsificadores. 

27 abril, 2012

8° Filme preferido


Lindoooo lindooo lindooo. O Wagner Deuso Moura é incrível né? Então, ele e a Letícia Musa Sabatella interpretam Tristão e Isolda no teatro (uma história bem triste, por sinal) se apaixonam perdidamente, mas o namoro é afetado pelo posterior sucesso dela na tv.

Tio Dino


"A mentira mandou avisar que não tem mais perna curta. Comprou um sapato-plataforma de 20cm e se sente bem com o chiste. O prevenido morreu atropelado, nesta manhã, aos 17 anos. Seu pai, que estava no local também morrera, mas a causa foi velhice. 

Quem ria por último resolveu se conter. A piada era sobre uma mãe solteira que perdera um filho para o tráfico. Não era melhor, nem era engraçado.

O cavalo dado tinha uns dentes estranhos e o ganhador acabou o devolvendo. Alguns meses depois a desgraça veio montada sobre ele. Não obstante, cagou e andou. 

Isaías era santo. Destes literais e canonizado. Afundado em problemas, só tinha tempo para resolver os dos outros. Um dia disse "basta!". Ficou em casa e fez seu próprio milagre: encheu o congelador de cerveja e chamou 5 mulheres.

Quem cantava os males já não espanta mais. A dívida junto ao Ecad se tornou impraticável".

26 abril, 2012

Frase do dia


"Não saber é da vida. Fingir que sabe é do homem".




Descrição:

Fez sexo com a ironia e nasceu isso. Deu descarga nos valores, abraçou o cinismo e tem aquilo que toda mulher procura: sarna pra se coçar. Ele gosta de arrumar encrenca, tomar porre, falar mal dos outros, empurrar manco de escada, dar tranque em cego, cobiçar a mulher do próximo e me fazer ser apaixonada por ele!

25 abril, 2012

Mentirinha

Mentirinha tola dita como brincadeira perturbou a cabeça quando a hora de desmentir passou. E a mentira que era tão tola ficou tão séria que até o padre brigou =/

24 abril, 2012

9º Filme Preferido


Um clássico do cinema... uma delícia de filme... triste, mas  “Nós sempre teremos Paris”

23 abril, 2012

Mario Muso Quintana


DA FELICIDADE
Quantas vezes a gente, em busca da ventura,
Procede tal e qual o avozinho infeliz:
Em vão, por toda parte, os óculos procura
Tendo-os na ponta do nariz!


Há noites que eu não posso dormir de remorso por tudo o que eu deixei de cometer.

Esses que puxam conversa sobre se chove ou não chove - não poderão ir para o Céu! Lá faz sempre bom tempo...

SIMULTANEIDADE
- Eu amo o mundo! Eu detesto o mundo! Eu creio em Deus! Deus é um absurdo! Eu vou me matar! Eu quero viver!
- Você é louco?
- Não, sou poeta.

"...E que fique muito mal explicado.
Não faço força para ser entendido.
Quem faz sentido é soldado..."


O livro que não li


Nos conhecemos em Paris. Fazia frio e eu caminhava em volta da tão famosa torre Eiffel. Tentando registrar aquele momento enquanto eternizava na mente, no coração e na minha lente digital eu acabei esbarrando nele. Mentira! Eu quis começar o texto assim porque achei chique. A verdade é bem diferente, não que não tivesse glamour ou algo do gênero, mas foi bastante real e quando se trata de realidade as coisas acabam perdendo o brilho e mistério que os livros, músicas e filmes vendem pra nós. Era um dia comum, uma noite comum que não prometia nada, mas acabou rendendo tudo.  Talvez ele fosse me fazer chorar, talvez eu morresse enterrada em sonhos não vividos... Talvez... Talvez ele fosse o amor da minha vida, talvez ele tivesse sido o pai dos meus filhos, talvez ele fosse o meu melhor amigo, talvez... Quem sabe o que aconteceu num filme que ninguém viu? Eu era boa de paquera, aquela velha arte de sedução que te prende em falas e risos e você se perde do mundo e esquece o tempo. O tempo passou e eu fui enferrujando... Na verdade eu sentia preguiça. Muuuuita preguiça de começar tudo de novo. O que eu gosto o que eu não gosto, paridades, disparidades, arestas que precisam ser aparadas, crises tolas que nos fazem rir depois que passam sem grandes estragos. É, essa é a verdade. Preguiça pura e crua. Gente desinteressante que chega e sai e volta e quer ficar, fizeram de mim a maior preguiçosa do mundo... Mas com ele foi diferente. Num papo leve e simples foram umas cinco horas de conversas ininterruptas. Quase não teve beijo, quase não teve amasso... Mas teve papo... Leitura, risos, e uma coisinha estranha na cabeça, uma questão que se levantou. Será? Talvez... Eu pensei. Os dias se passaram e as coisas continuaram nesse ritmo, meio bossa, meio velho, mesmo tão novo... E eu pensava... Talvez. Talvez o quê? É ele? Sou eu? Somos amigos? Namorados? Somos o quê? Não sabia responder. A minha cabeça fervia com a falta de respostas. E a paz... Ah isso eu sabia. Essa era a única certeza. Com ele eu tava em casa. Tinha cheiro de amaciante, tinha gosto de chazinho a tarde na varanda. Tinha som de passarinhos cantando numa manhã ensolarada. Tinha jeito que era, mas que faltava. Talvez...  Eu não sabia responder ao que faltava. E eu inventava. E não dava. E eu comecei a sofrer já que as perguntas que antes ficavam presas num canto escuro do meu coração de repente conheceram a claridade. E elas, que antes me olhavam, começaram a gritar comigo. E pareceu que de tão certo, tava tudo tão errado e tão injusto. E eu chorei. E se no fundo for tudo culpa minha? Talvez! E se eu mais uma vez joguei o amor da minha vida fora, com medo de perder a vida? Talvez! E se ele não era o cara que eu sempre sonhei? Talvez! E se nós nos conhecemos porque Deus me ama tanto que me deu o melhor amigo que eu poderia ter? Talvez! E se a vida for só isso mesmo? Talvez! Talvez! Talvez a vida seja só isso. Eu perdi porque quis perder, e não achei porque não era a hora, e quem sabe o final da historia se nunca chegou a ler livro todo, não é mesmo?!

20 abril, 2012

DA ETERNA PROCURA


Só o desejo inquieto, que não passa,
Faz o encanto da coisa desejada...
E terminamos desdenhando a caça
Pela doida aventura da caçada.
Mario Quintana 

Medalha de ouro!



Saudade demais  não traz ninguém de volta

19 abril, 2012

Homenino

Regresso ao amor.

"Nesses dias frios em que vemos o quanto somos frios, envolvidos na espera do próximo grande amor, tendo que aceitar os efeitos devastadores do tempo por já ter tido uma oportunidade de amar e não te-la aproveitado.

Fico assim preso no presente, em guerra com o mundo mas contra ninguém, só a favor de mim mesmo, abraçando abraços, olhando para olhos e beijando bocas que não são o suficiente, adormecendo sábados cinematográficos, despertando domingos cinzas chuvosos. A solidão me abre um vinho e me toca uma música lenta nos acordes desafinados do meu coração.

Coragem agora é uma questão de sobrevivência, não há como regressar, mas regresso ao amor, olho para ele e digo que pode voltar mas, agora é ele a me dar as costas, seguro seu braço e mesmo estremecendo por dentro ele diz: Não era isso que você queria? Vai! Ser livre na vida.

Pego toda essa minha liberdade e enfio no bolso do meu velho paletó e saio da casa do amor levando apenas o violão, à porta o olho pela última vez querendo acreditar que não será a última e em seus olhos vejo meus filhos afogados em suas lágrimas que se acumulam e delicadamente esperam eu virar e sair para caírem.
Minha barba crescera e minha beleza triste toca violino enquanto marcho procurando o que dizer, explicar. E lentamente assovio um coral de vozes e uma coceira passeia pelo meu corpo me obrigando a reconhecer que estou vivo. Adormeço na coceira e sonho.

Silêncio, sexo. Sossego, prazer e eu em uma cama a três. Sou tão grande que posso ser eu, matei o medo com um golpe de pênis e lentamente sossego e prazer me matam para poderem ficar as sós.

Acordo na estrada com o bom dia de meus fantasmas e caminho em frente sem porta retratos, vou guiando o vento da minha sorte, duelando meu troféu com /bandidos, apagando velas e acendendo luzes, deixando corpos pelo chão que precisam de ajuda até para chorar. Progresso ao amor, dançando a última noite, enquanto espero como um louco o seu regresso".

18 abril, 2012

10º filme preferido




Ele é antigaçoooo e assisti tem pouquíssimo tempo. Conta a história de Sam, um pai com deficiência mental que cria sua filha Lucy com a ajuda dos seus amigos especiais. O filme emociona e conquista pelo conteúdo humano de sua história. Faz uma linda reflexão sobre a capacidade de cuidar, que uma pessoa com deficiência mental pode ter, nos mostrando que não há limites quando existe amor. 

I'm so in love with you






frases do mantra sagrado: "winto the wild"


"Se admitirmos que a vida humana pode ser regida pela razão, está destruída a possibilidade da vida."

"Em vez de amor, dinheiro, fé, fama, equidade, dê-me a verdade."

"Se quer algo na vida, vá atrás e pegue."

"A felicidade só é verdadeira quando compartilhada."

Num abrir e fechar de olhos tudo pode mudar.


"Rezar é bacana. Acalma a alma e faz alguma coisa acontecer na sequência com a mesma naturalidade do sol. Afasta o fantasma do medo. Meio parecido com o amor, aquele abstrato absoluto que feito oração, é tão recitado.  Como o amor, uma oração é um mergulho que não se dá em água rasas. Não casa com superficialidade, tem que ir um pouco mais para dentro. Às vezes, tem até que faltar o ar para a gente lembrar de rezar. Rezar que não é somente uma repetição de palavras bonitas mas também o cavocar do chão de dentro em busca do fio condutor. O fio que nos liga ao Infinito que nos rega de águas frescas pela janela que nunca se fecha. Mas como?
A gente se pergunta: _  Para quem se reza? Por que se reza? Para quê?
Você fecha seus olhos, encolhe-se em suas entranhas e busca. Rezar é como sair para procurar. O retorno, o caminho de volta ao colo que nos embala na origem. Na essência. A gente quer o encontro.  Reza-se ao Incomensurável que parece maior que tudo e ao mesmo tempo parece estar ao alcance de um abrir e fechar de nossos olhos.  Reza-se porque somos frágeis e porque adoramos o mistério. Rezamos pela ligação inegável que temos com o Infinito na tentativa tão bonita de re-ligar. Unir nossa humanidade com a nossa divindade. Rezamos para pedir. Um pouco mais de calma, um pouco mais de sabedoria. Saúde, prosperidade, amor, perdão, rezamos pelo imaterial. Pedimos luz para nossos corações-candeeiros. E sempre somos atendidos, mesmo quando isso passa despercebido. Toda prece faz sentido.
Parece-me, no entanto,  que a forma mais genuína de oração é o ‘agradecer’. Deixar desfilar pela consciência todos os benefícios dos nossos dias: O osso que quebrou e colou, o osso que não quebrou, a vizinha que baixou o som, o primeiro passo de um filho, o primeiro passo de uma recuperação, a beleza de uma nova estação. Agradecemos por não ter sido pior e pelo melhor que conseguiu acontecer. Agradecemos os sorrisos que são tantos, e agradecemos as águas do nosso pranto. A gente agradece as marcas que ficam. Na pele, nos olhos, na alma, na vida. A gente agradece as cicatrizes, nossas tatuagens, símbolos de superação. A gente agradece a miríade de sentimentos sentidos, e agradece todos os sentidos que dão sentido à vida de cada um. A gente agradece a grandiosidade da vida e as pequenezas que nos fazem tão bem. A gente reza.
E assim acontece. A cada manhã, antes de dormir, no meio de uma dor, de um desespero, na agudez de uma angústia, no êxtase de uma conquista, no agradecer de tantas graças.  Em cada par de olhos, uma oração. É estranho. Bastante estranho esse mundo de estranhezas bonitas. A fé. O sal de toda prece que à quase tudo parece poder transformar, pode fazer de um muito simples abrir e fechar de olhos que acredita na vida um gesto de que salva, que transforma carência em coragem, em força, em alegria e em muito mais amor para nossas vidas. A fé é a àgua fresca que liberta-nos da dor . É linda, brilha e como um ser sussurrante que se esbalda dentro da gente, quer sempre nos lembrar : num abrir e fechar de olhos tudo pode mudar".

será?



Oooh la, la, la ...



Viajar com essa trilha não seria nada mal, ãn? ãn? 

Meu Alasca


Quando era pequena eu sonhava em ser bancária. Transformava as folhas das árvores em dinheiro e fazia da minha irmã a cliente do meu banco. Logo a brincadeira ficava chata e eu decidia que queria ser professora. Achando chato novamente, mudava a minha profissão até que a minha mãe mandava a gente entrar e a brincadeira acabava.  Eu sempre achei que os meus sonhos seriam fáceis de realizar, o difícil era qual sonho escolher pra fazer daquilo uma realidade. Como disse o poeta Thoreau no alto de sua sabedoria, “Como se fosse fácil matava o tempo e feria a eternidade”. Sonhava ser fisioterapeuta, administradora, publicitária, em ter cachorro, viajar, ir pra festas e me embebedar, em ter muitas amigas, muitas histórias pra contar. Sonhava morrer jovem. E esse era meu sonho mais bonito. O eterno. Mas pra isso eu precisava escrever no mundo a minha história. O que as pessoas falariam de mim quando eu morresse? Meu nome sobreviveria a quantas gerações? O que eu teria feito de extraordinário já que a minha vida toda foi ordinária? Meu maior defeito talvez seja sonhar demais. Presa pelas possibilidades não consigo escolher um. E como castigo, firo mais uma vez a eternidade e mato meu tempo. Já sonhei em ser esposa, em ser mãe, esperar meu marido pra almoçar. Já sonhei viajar o mundo e ser uma Alexia Supertramp, conhecer lugares, pessoas, me conhecer. O tempo passa e eu vejo o relógio fazer seu tick tack mais uma vez, uma hora já passou, eu continuo sentada enquanto minha mente percorre o desconhecido. Olho pra baixo e tenho medo de dar o primeiro passo. Decido viver livre de todo preconceito e vaidade pra sugar tudo o que a vida puder me dar, pra quando morrer, não descobrir que não vivi. Decido encontrar o meu Alasca!

09 abril, 2012

Tempo

Cada hora que passa...
Minutos e segundos...


Felicidade

"Para o budismo, a felicidade é a liberação do sofrimento. Segundo o ensinamento budista, a suprema felicidade só é obtida pela superação do desejo em todas as suas formas. Dalai Lama, diz que a felicidade é uma questão de treinamento mental.  Para o filósofo grego Aristóteles,  a felicidade estaria no equilíbrio, na harmonia. Freud, defendia que todo ser humano é movido pela busca da felicidade. Porém essa busca seria fadada ao fracasso, o máximo a que poderíamos aspirar seria uma felicidade parcial. Para Mahatma Gandhi, a felicidade não está em viver, mas em saber viver. Não vive mais o que mais vive, mas o que melhor vive". 

E agora?


Todo dia, seja lá qual for à hora, a gente ta sempre dando/recebendo conselhos. Esse é o momento em que nós assumimos a necessidade de "ajuda", de uma "orientação". Sobre o amor, amizade, sofrimento, trabalho, vida, carreira, filhos... Como trocar a fralda? O que é bom pra dor de barriga? Continuo insistindo nesse namoro? Peço demissão? Volto pro meu marido? Coisas simples, coisas complexas, não importa, a gente ta sempre nessa roda gigante dos  conselhos. Passam-se os anos, o cabelo fica branco, a pele enruga, a bunda cai, o nariz cresce, e ta todo mundo lá, correndo atrás do rabo da felicidade. Todo mundo precisando de um instante pra verificar a rota, se preciso for, se reposicionar e voltar a caminhar. Não é feio pedir ajuda. Não é triste chorar e ligar pras amigas (as de verdade) a hora que for, engasgada no próprio choro e na terrível confissão: eu não sei o que fazer! E todos se desdobram em conselhos. Faz isso! Vive aquilo! Tenta daqui! Espicha de lá! Cai fora! Fica! Shakespeare disse: "Aceita o conselho dos outros, mas nunca desistas da tua própria opinião". Ninguém vai sorrir e chorar mais que você. Se quiser fazer - FAZ! Se não sabe, não faz nada, de algum jeito a gente sabe a hora certa pra fazer com que tudo se ajeite. Acho que o conselho mais certo seria: saber pra quem pedir ajuda. Achei uma boa conselheira. Uma vovozinha de 92 anos que no alto desses anos viu o que era realmente importante...

1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura. Deixe que os médicos se preocupem com isso.
2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo.
3. Aprenda sempre: aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso. ‘Uma mente preguiçosa é oficina do alemão. E o nome do Alemão é Alzheimer!
4. Aprecie mais as pequenas coisas. 
5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar. E, se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele ou ela!
6. Quando as lágrimas aparecerem,  aguente, sofra e ultrapasse. A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós mesmos. Viva enquanto estiver vivo.
7. Rodeie-se das coisas que ama, quer seja a família, animais, plantas, hobbies…
8. Tome cuidado com a sua saúde: se é boa, mantenha-a. Se é instável, melhore-a. Se não consegue melhorá-la, procure ajuda. 
9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde  haja culpa.
10. Diga às pessoas o quanto as ama.

*bota pra tocar:  The one I love - Greg Laswell

04 abril, 2012

Portugal. The Man

Uma banda de rock psicadélico, com influências indie, baseada na cidade de Portland, no Estado americano de Oregon.




Questionados frequentemente pela escolha do nome da banda, afirmam ter escolhido, Portugal, pela excentricidade e pela necessidade de frisar a distinta influência musical da banda.



Instagram agora também na sua Tekpix  :D

não entendeu? clica aqui

03 abril, 2012

Recomendo

Sou egoísta, impaciente e um pouco insegura. Cometo erros, sou um pouco fora do controle e às vezes difícil de lidar, mas se você não sabe lidar com o meu pior, então com certeza, você não merece o meu melhor! 

Evolução


Alguns conseguem evoluir... outros não!

doce

_ Simplifique!
Ou descomplique,
ou desate os nós,
ou, simplesmente, respire!

Aceite,
Não crie expectativas,
Solte o passado.
♥ ♥ Ame ♥ ♥

Simplifique
no riso,
na reza,
no choro,
no consolo,
no abraço,
na mão aberta,

viva AQUI E AGORA.

02 abril, 2012

Segredo

Ela achou que receberia tudo quando foi pra fila e olhou pro velhinho com a pele bem branquinha. Disse com um sorriso nos olhos que queria TUDO, mas tinha que ser rápido porque o trem que a levaria pra casa estava quase pra chegar. Ele perguntou se podia embrulhar pra presente. Sorriso de orelha a orelha – “precisa não, eu vou rasgar tudo mesmo” sorriu e saiu correndo. Todos ouviram quando ele chamou a menina que distante não ouviu seu chamado. Ele suspirou e disse: “ela não recebeu o principal”. Um desabafo que ninguém ousou perguntar ainda que todos quisessem saber “O que será que ela não recebeu”? Ele voltou pra trás do grande balcão e antes que a pergunta pudesse ser feita a menina voltou com os olhos cheios de lágrimas sem saber se reclamava e pedia que ele consertasse tudo, ou se devolvia as mercadorias que recebera. Ele olhou pra ela com tanta pena, era como se ele já soubesse que aquilo aconteceria. Enquanto todos tentavam entender o que estava acontecendo ela começou a falar: “Eu te pedi amor, mas o amor que tu me deu me fez chorar quando eu coloquei ele num canto enquanto brincava com a amizade, voltei a olhar pro amor, mas não entendia o que ele queria, não soube mudar o idioma, parece que ela fala chinês e eu não sei falar chinês. A amizade ficou com ciúme do amor e ficou de birra comigo, eu fiquei com raiva e guardei ela, mas a felicidade ficou triste e não quis brincar comigo. As festas fizeram mal pra saúde que por sinal veio com um manual de instrução, dei uma lida rápido e achei que já soubesse como fazer pra funcionar, mas tava tudo errado, eu lia um parágrafo e logo tava com tanta preguiça que guardei, achei complicada demais. Tudo, tudo o que tu me deu eu não soube fazer funcionar”. O senhorzinho sorriu triste e disse pra ela: “você não recebeu o principal”. Ela com olhar curioso e investigativo perguntou o que poderia ser mais importante que o amor, a amizade, alegria, a saúde... Ele com uma voz baixinha e bem suave disse: “paciência - O amor só funciona com ela, a alegria depende dela, pra saúde ela faz um bem danado, a alma da amizade responde por esse nome”... Mais que depressa ela pediu então que ele lhe desse muita... MUITAAA paciência. Ele saiu e voltou com uma sementinha bem pequenina, colocou na palma da mão da menina que suspirava de afobação. “Só isso. Eu te pedi um monte, e o senhor só me da isso”? Calmamente ele diz que a paciência era uma sementinha que precisa ser cultivada todo dia, era difícil, mas era só assim que ela conseguia crescer e fazer com que todo o resto funcionasse. Foi quando a menina afoita por vivenciar grandes emoções dentro de mim entendeu que esse era o segredo pra ser feliz!

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